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	<title>transmissão ao vivo &#8211; IComunicação Integrada | 40 anos de comunicação empresarial</title>
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		<title>Live: o fenômeno da quarentena</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2020 19:16:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a pandemia e a facilidade de contágio pelo coronavírus, o isolamento social tem sido a principal recomendação para minimizar os efeitos da Covid-19. Esse cenário provocou um aumento significativo nas transmissões ao vivo, conhecidas como lives.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de Covid-19
colocou todo mundo em casa. A facilidade de contágio pelo coronavírus nos tirou
completamente da nossa rotina e estabeleceu uma prática quase universal: o isolamento
social. Com isso, os shows, os concertos, as apresentações em bares e quaisquer
outros eventos que provoquem a aglomeração de pessoas estão proibidos, sem previsão
de retorno à normalidade. Nos resta, então, a internet, e tudo o que ela
abrange.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É incrível observar
como o ser humano aproveita os tempos de crise para inventar coisas novas ou
reformular antigas. Nesta quarentena, tivemos muita criatividade aflorando e
ideias incríveis sendo divulgadas por meio da internet, a nossa maior parceira em
tempos de isolamento. As transmissões ao vivo, mais conhecidas como <em>lives</em>, não são uma grande novidade, pois
já estávamos acostumados a assistir a uma aqui e outra ali. Grandes
personalidades, artistas, bandas, etc., usavam plataformas como o Instagram e o
YouTube para divulgar seus trabalhos, anunciar novidades ou até mesmo ter
conversas mais pessoais com seus seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quarentena, porém,
mudou isso radicalmente. Agora as <em>lives</em>
não são para serem vistas de vez em quando, caso haja disponibilidade. Existe
um verdadeiro compromisso com o evento, a data da sua transmissão é marcada na
agenda. De repente, não se trata mais de apenas uma conversa entre um cantor e
seus fãs: hoje ele faz um show bem produzido, que você assiste do seu sofá. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o
site Business Insider, o Instagram registrou um aumento de 70% na adesão às <em>lives</em>, tanto no que toca ao número de
transmissões quanto ao número de consumidores, o que fez a rede social liberar
o acesso para computadores. No Brasil, esse aumento na audiência chegou a 50%. Em
decorrência da grande demanda, a rede social anunciou a implementação de uma
nova função, voltada para as <em>lives</em>, que
permite que os usuários assistam e comentem ao mesmo tempo, pelo celular ou
pela versão web. Isso indica o quanto os shows em casa têm tomado espaço na
vida das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a
ferramenta Google Trends, no YouTube foi notado um aumento no interesse dos
usuários pelo termo “<em>live</em>” nas
pesquisas. “Também percebemos que muitos criadores e artistas têm nos procurado
para saber como podem fazer <em>lives</em>, e
também como participar da campanha #FiqueEmCasaComigo, uma iniciativa do
YouTube para estimular que as pessoas que podem, fiquem em casa neste momento”
comentou a Diretora do YouTube Brasil, Patricia Muratori.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marília Mendonça
usou a sala de seu apartamento, um par de chinelos e uma câmera para cantar
para mais de 3,3 milhões de pessoas ao mesmo tempo. Já o DJ número um do Brasil,
Alok, fez parceria com a Rede Globo e trouxe para a sua <em>live</em> uma superprodução em sua cobertura, com direito a fogos de
artifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não são só
os artistas que estão fazendo transmissões pela internet. A personal trainer
Carla Pinheiro reinventou suas aulas com vídeos ao vivo e lojas como a Twenty
Four Seven, de moda feminina, aproveitam as transmissões para mostrar às
clientes seus diferentes looks, buscando compensar os prejuízos causados pela
crise. Em meio ao cenário nacional na Itália, o Papa Francisco transmitiu a
tradicional missa de Páscoa; no Reino Unido, a companhia de balé English
National Ballet transmite suas aulas, ao vivo, no YouTube; e nos Estados Unidos,
o Zoológico da Filadélfia tem feito interações em tempo real, no Facebook, para
falar sobre os animais e responder a perguntas do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proporção que
isso tomou é tão grande que, enquanto algumas pessoas aproveitam as <em>lives</em> de seus usuários preferidos,
outras reclamam que alguns artistas ainda não fizeram suas transmissões ou que
o número de <em>lives</em> acontecendo todos
os dias está baixo. A verdade é que os shows ao vivo são um fenômeno que tem
marcado a quarentena e transformado o relacionamento entre as pessoas. Por
isso, é certo que quando tudo passar, eles não poderão ser deixados de
lado.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p>
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